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O que a tecnologia nos ensina no passar dos anos e, podemos pensar nos últimos 50 anos,  é o quanto estamos cada vez mais dependentes do tal “sistema”. Os sistemas informatizados estão fortemente presentes nas comunicações, na forma de comprar novos produtos, de dirigir, voar, construir entre diversas novas ideias que surgem todos os dias.
 

Mas, um conceito que ainda está atrasado na mente dos gestores prediais, é a importância da modernização e aplicação de novos sistemas tecnológicos, não só dos novos prédios, mas também dos prédios já construídos recentemente ou de muitos anos em relação ao que esta tecnologia  pode ajudar no dia a dia da operação dos condomínios. Infelizmente estes gestores muitas vezes esquecem que para cada ação tecnológica em um prédio, deve-se pensar não só no custo de aquisição (CAPEX) mas, principalmente, nos custos operacionais (OPEX) que seguirá ao longo da vida de um condomínio.

 

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Este relatório de outubro de 2021  discute como a pandemia do COVID-19 acelerou a necessidade de criar edifícios “inteligentes e intuitivos”. Ao fornecer uma sensação de saúde e bem-estar para os usuários, esses edifícios também maximizam a utilização do espaço em relação ao distanciamento social e outros aspectos.


Arquitetos, desenvolvedores e operadores de edifícios têm oportunidades de alavancar a tecnologia para agregar valor a estruturas planejadas ou existentes. Por meio do design com tecnologia, eles podem construir “locais de trabalho confiáveis” com saúde e segurança aprimoradas, espaços mais intuitivos, custos e uso de recursos reduzidos, ao mesmo tempo em que aumentam a sustentabilidade.

 

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A gestão de energia está crescendo em importância para as empresas em todo o mundo. É um componente central da maioria das iniciativas corporativas em torno da sustentabilidade ou especificamente do ESG (que significa Ambiental, Social e Governança). As empresas estão examinando suas práticas de negócios e perfis de uso de energia e identificando maneiras pelas quais podem reduzir seu uso, economizar em seus gastos com energia, fazer a transição para fontes de energia renováveis ​​e sustentáveis ​​e armazenar e gerar energia para aumentar a resiliência e proteger contra desastres naturais

 

De acordo com a Reuters, 40% do uso de energia é de edifícios, e a maioria é aquecida por combustíveis fósseis. Novas iniciativas dos países da União Europeia estão focadas na renovação de edifícios que têm a pior estrutura energética – um certificado de desempenho energético “G”. Esta proposta incluiria ter edifícios residenciais atualizados até 2030 e 2033 e edifícios não residenciais até 2027 e 2030, dependendo do seu grau de classificação.

 

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Antecipando a maior tendência do mercado imobiliário mundial, o projeto da incorporadora curitibana AG7 Realty recebeu a maior pontuação do mundo pelo Fitwel, em projetos residenciais, é o mais premiado da América Latina e está no top 15 global na certificação de qualidade de vida, tornando-se uma referência para a arquitetura mundial
 

A medicina já estuda há muitos anos como o código postal de uma pessoa tem influência na saúde do próprio código genético dela. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde é definida como o “completo bem-estar bio psico social” e não apenas a ausência de doenças. Ou seja, o lugar onde moramos impacta diretamente na saúde do corpo e pode garantir esse bem-estar que a própria saúde pede. Tal constatação ficou ainda mais evidente durante a pandemia do COVID-19, quando a atenção do mercado imobiliário foi voltada para as novas certificações de qualidade de vida, selos que tem como propósito garantir a construção de edifícios mais saudáveis para as cidades e seus habitantes.


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GARANTIA DE EFICIENCIA E SUSTENTABILIDADE PARA EDIFICAÇÕES

Cresce a procura por certificações nacionais de edifícios, que consideram as regionalidades e a liberdade de definição de estratégias a cada local, bem como contribuem para a diferenciação dos mais eficientes.

 

Este artigo traz uma análise atualizada e conta com a participação de especialistas, citando "cases" de sucesso no Brasil.  Clique para ler a integra do artigo
 

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